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Atlas reduz custos com manutenção com terminais thin clients

14/07/2008

Atuando na área de transportes há mais de 50 anos, a Atlas Transportes e Logística possui um sistema integrado de armazenamento e envio terrestre ou aéreo considero modelo no setor. Com um crescimento de 25% no número de usuários de sua rede nos últimos dois anos, a companhia decidiu novamente inovar e instalou thin clients para suportar suas operações. Adquiridos da Wyse Technology, os equipamentos trouxeram importantes benefícios para a empresa, como a queda no custo de manutenção e a rapidez na criação de novos pontos de trabalho.

Com 41 filiais e dois escritórios comerciais distribuídos por todo país, a Atlas gastava muito tempo e dinheiro com a manutenção de suas máquinas. Além dos problemas habituais, o ambiente hostil dos galpões da companhia contribuía para a diminuição da vida útil das máquinas. A empresa – que possui 560 computadores distribuídos pelo Brasil – recebia cerca de dez equipamentos para manutenção por semana. Como não tinha despesas com envio, a manutenção de boa parte das máquinas era realizada na matriz, em São Paulo. Ao tempo de transporte, somava-se um ou dois dias para conserto e troca das peças necessárias.

Com os thin clients, a Atlas reduziu a praticamente zero seus gastos com manutenção. “Só o fim dos contratos com empresas de suporte trouxe uma economia de mais de 10%, sem considerar os gastos com as peças que precisavam ser trocadas”, conta Antonio Vitor Escudero, coordenador de suporte e rede da transportadora.

O valor investido nos 350 terminais Wyse, modelo S10, foi de R$ 250 mil. O gasto com manutenção, entretanto, é praticamente zero já que, além da maior durabilidade a Atlas conta com três anos de garantia – tempo que o projeto levará para ser pago. A criação de um novo posto de trabalho passou a custar cerca de 30% menos, incluindo a economia com energia elétrica, link, licenciamentos, sistema operacional, etc. No início da implantação, o investimento nos thin clients foi quase igual ao investimento normal da empresa com tecnologia, pois os grandes gastos com manutenção diminuíam à medida que os terminais eram instalados.

A economia de energia elétrica foi outro importante ganho obtido com os thin clients. As estações de trabalho, que consumiam cerca de 300 watts /hora, passaram a utilizar apenas 76,9 watts / hora A diminuição no gasto com eletricidade colabora com a preservação do meio ambiente e faz parte da política da empresa a valorização da TI verde, além de trazer economia para a empresa.

Outra grande vantagem para a Atlas é a rapidez na criação de um novo posto de trabalho. Com a adoção de mais 55 licenças do Citrix XenApp em 2008, a Atlas passa a contar com 555 licenças da solução de virtualização de aplicativos Windows. Com esse ambiente, tanto os terminais quanto os PCs existentes na Atlas funcionam como dispositivos para utilizar cerca de 80 aplicativos que compõem a Renat (Rede Nacional Atlas), a solução de gestão da empresa, que é alimentada pelo banco de dados da Oracle. Há 20 servidores, 16 dos quais da IBM, que suportam o parque tecnológico que viabiliza a entrega de aplicativos Citrix para os terminais Wyse, PCs e notebooks.

Atualmente a reposição ou criação de um posto de trabalho leva apenas 24 horas com a utilização de thin clients. Esse processo levaria uma semana em um ambiente distribuído e com PCs convencionais. Uma demora neste tipo de operação poderia ser bastante prejudicial à empresa. O estoque de peças mantido na matriz da Atlas, para o conserto das máquinas, não existe mais e foi substituído por um pequeno número de terminais reserva.

O projeto foi realizado por fases. Primeiro os thin clients foram instalados na matriz e, em seguida, nas maiores filiais, até completar todo o Brasil. Escudero explica que esse tempo foi importante para ajustes de configurações e para que as pessoas compreendessem e se adaptassem a essa nova tecnologia. Hoje a Atlas trabalha com uma média de apenas três computadores por filial, somente onde há necessidade e instalações de softwares locais. Todos os demais postos utilizados são thin clients, sistema que funciona inclusive na matriz.

A instalação de terminais em todo o país levou um ano e ficou a cargo da integradora Add Value Technologies, responsável pelo planejamento, adoção de novas licenças e migração para o XenApp 4.5. Além disso, o canal também realizou o levantamento dos custos e da viabilidade financeira da implantação dessa nova tecnologia.

Fonte: TI Inside

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